Archive for março \31\UTC 2011

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Bolsa toalha

31/03/2011

Bolsa que vira toalha para usar na praia ou na piscina

R$ 40,00

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Olha o monstro!!!

30/03/2011

Fiz um chaveirinho monstro que ficou um barato!!!

R$ 8,00

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Marca páginas

29/03/2011

Marca páginas fofo e delicado para dar um charme para sua leitura

R$ 7

Ministério do Silêncio

Lucas Figueiredo

 

A partir de uma pesquisa baseada em mais de 20 quilos de documentos, o jornalista Lucas Figueiredo faz a primeira história do serviço secreto no Brasil, de sua criação aos dias atuais, passando pelos anos sombrios da ditadura. O livro traz surpreendentes revelações, e é todo ilustrado com fotos e documentos inéditos.

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Bolinhas

28/03/2011

Este porta bijus ficou muito delicado

R$ 15,00

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Xadez

26/03/2011

Este porta lencinhos xadrez branco e azul clarinho pode ser oferecido como lembrancinha de nascimento de meninos

R$ 5,00

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Moedas

26/03/2011

Este porta moedas ficou super delicado

R$ 8,00

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Marca páginas

25/03/2011

Marca páginas com flor em tecido 100% algodão e feltro

R$ 7

A menina que roubava livros

Markus Zusak

Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes e saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do The New York Times.

Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta.

Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito.

As palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.